quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Reflexões



 De onde vira o luminoso raio,
que se esparge, entre as trevas, ao alvorecer?
A força que muda as folhas de maio,
dando sustento para a planta crescer...

De onde virá esta sublimidade,
que inspira os poetas, em versos e prosas?
As nuvena feitas do vapor que evade,
o orvalho que pousa no colo das rosas...

De onde virão as listras coloridas,
que após a chuva, bailam no infinito?
O puro ar, que é a munição das vidas,
os astros que tornam o céu mais bonito...

De onde virá a magia da areia?
Das mais altas ondas, o ímpeto cessa.
O amparo do barco que devaneia,
na angustiante solidão da pressa...

Enfim, de onde virá minha prece,
que brota sublime no meu fraco ser?
  O frio que dói, o manto que aquece,
o brilho que faz a aurora nascer...

Como não podem surgir, simplesmente,
dos homens ou dos pensamentos seus,
todas as coisas que foram citadas,
assim como nós, são obras de DEUS!

Autor: Eliezer Ávila de Souza.

3 comentários:

orvalho do ceu disse...

Olá, querida
Como é bom ser grato (a) ao Deus que tudo nos dá!!!
Bjs de paz

Lúcia Soares disse...

OLá "Esplendor". Concordo com a Rosélia.
A gratidão e a certeza da criação por Ele é que nso torna leve o fardo.
Prazer em conhecê-la!

diariodumapsi disse...

Ei Esplendor!
Todos somos obras misteriosas de Deus!
Inclusive eu, inclusive você!
Namastê!
Bom final de semana.
gd beijo

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